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Fim do cargo de Administrador no Serviço Público Federal?

Fim do cargo de Administrador no Serviço Público Federal?

 

Nos últimos concursos realizados para o serviço público Federal tem-se observado um fato, DEVERAS PREOCUPANTE PARA A CATEGORIA DOS ADMINISTRADORES. Não se está fazendo mais concurso para o cargo isolado de ADMINISTRADOR, como as demais categorias de nível superior. Entretanto, na maioria dos concursos são ofertadas vagas para o cargo de Analista Técnico-Administrativo que, pelas atribuições definidas para o cargo, deveriam ser ofertadas exclusivamente para aqueles que possuem curso superior em Administração.

O edital ESAF nº 47, de 06/06/2013, Concurso Público para Provimentos de Cargos de Nível Superior do Plano Especial de Cargos do Ministério da Fazenda – PECFAZ –, que ofertou vagas para os cargos de Arquiteto, Contador, Engenheiro, Pedagogo e Analista Técnico-Administrativos, é um bom exemplo dessa realidade. Nos requisitos para cada cargo, o edital exigia, para os cargos de Arquiteto, Contador, Engenheiro, Pedagogo, que o profissional tivesse curso superior, concluído, na sua referida área de atuação, enquanto, para o cargo de Analista Técnico-Administrativo, a exigência era possuir curso superior concluído em qualquer nível de graduação.

Entretanto, no mesmo edital, as atribuições para o cargo de Analista Técnico-Administrativo, cuja descrição dizia:  planejar, supervisionar, coordenar, controlar, acompanhar e executar atividades técnicas e especializadas, de nível superior, necessárias ao exercícios das competência constitucionais e legais a cargo do Ministério da Fazenda, bem como à implementação de processos à realização de estudos e pesquisas na sua área de atuação, ressalvadas as atividades privativas de carreiras específicas-  são funções próprias da atividade profissional do Administrador.

Como podemos deduzir do edital, os Administradores podem concorrer ao cargo de Analista Técnico-Administrativo, porém, não por serem qualificados e habilitados legalmente para o exercício da profissão de Administrador, mas simplesmente por possuírem um curso superior. Entretanto, esse requisito contempla também qualquer outro profissional que tenha um diploma de ensino superior, seja médico, engenheiro, advogado, psicólogo, enfermeiro, letras, pedagogo.

O que se vê então, de acordo com este exemplo concreto citado, é que o desprestígio do Administrador como ocupantes de cargos no serviço público é notório. Por essa razão foi criada, em 2014, a Associação Brasileira dos Administradores Servidores Públicos – ASBADM-BR. Desde então a associação trabalha para denunciar essa situação bem como outras que são contrárias aos interesses da categoria.

Administrador servidor público associe-se à ASBADM-BR, e venha somar forças pelo engrandecimento da categoria!

 

O que se vê então, de acordo com este exemplo concreto citado, é que o desprestígio do Administrador como ocupantes de cargos no serviço público é notório. Por essa razão foi criada, em 2010, a Associação dos Administradores do Serviço Público no Estado do Ceará – ASASP/CE. Desde então a associação trabalha para denunciar essa situação bem como outras que são contrárias aos interesses da categoria.

Administrador servidor público associe-se à ASASP/CE!

Adm. Humberto Duarte

Presidente da ASASP/CE